ATENÇÃO

Celular:

A Comvest fornecerá embalagens nas quais o candidato deverá guardar o aparelho celular desligado.

Ao entrar na sala de prova e receber a embalagem, o candidato deverá desligar imediatamente o aparelho celular e colocá-lo na embalagem. Os candidatos devem retirar os celulares das embalagens após saírem do prédio.

Relógio digital:

O candidato poderá usar relógio analógico para controlar o tempo. Outros tipos de relógios devem ficar no chão, ao lado da carteira apenas para consultar a hora. É recomendável, portanto, que o candidato, se puder, dê preferência ao uso de relógio analógico.

Fonte:

Manual do Vestibular da Unicamp 2016.

O QUE LEVAR PARA A PROVA

O original do documento de identidade indicado na inscrição, caneta de cor preta em material transparente, lápis preto, borracha, além de régua transparente e compasso. No primeiro dia da 2ª fase, além do material já mencionado, o candidato deverá levar uma foto 3x4 tirada em 2015, com nome e número de inscrição anotados no verso.

Recomendamos que você verifique se possui os itens acima com antecedência, em especial, o documento de identidade, que, se precisar de 2ª via, irá demandar tempo, e a foto 3x4, a qual, se for antiga, deve ser substituída.

O QUE NÃO LEVAR PARA A PROVA

Equipamentos eletrônicos, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova.

DURANTE AS PROVAS

Se você utiliza rascunho, não deixe de transcrever a resolução completa no espaço indicado para a resposta, pois rascunhos não são corrigidos. Nas provas de Química, Física e Matemática não basta escrever apenas o resultado final – é necessário mostrar os cálculos e raciocínios utilizados;

  • Você pode escrever em letra de forma – o importante é que a letra seja legível e as respostas sejam escritas com a utilização da caneta preta;
  • É vedado o uso de canetas marca texto e de corretivo líquido (de qualquer tipo). Indique de forma conveniente palavras ou linhas que não devem ser consideradas (por exemplo, faça um risco no meio da palavra);
  • Distribua bem o seu tempo e não esqueça que nesse período você deve resolver as questões e transcrevê-las nos espaços indicados.

1ª FASE

Desde 2014, a prova da primeira fase do vestibular da Unicamp passou a ter 90 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas cada, o que corresponde ao dobro dos anos anteriores. Catorze dessas questõessão distribuídas de forma equivalente entre os segmentos de Língua Portuguesa e Literaturas deLíngua Portuguesa.

No que concerne à área de Língua Portuguesa, o candidato deve esperar, sobretudo, questões que avaliam interpretação e verificação de leitura, bem como o reconhecimento dos objetivos e da estrutura dos textos. Assim, ele deve ser capaz de demonstrar domínio sobre os diversos gêneros textuais não apenas no momento da redação, mas já na primeira fase do vestibular, uma vez que as questões de 2015 demonstraram preocupação em avaliar a capacidade de leitura do vestibulando.

A seção destinada a Literaturas da Língua Portuguesa dialoga em partes com essa tendência, porque a prova do ano passado, ao mesmo tempo em que apresentou questões com suporte em texto, também mostrou esperar que o candidato já tivesse tido contato com as leituras obrigatórias da lista. Assim, reitera-se a necessidade de lê-las integralmente, uma vez que resumos não dão conta de especificidades que certamente são cobradas em questões mais complexas.

Em especial, é importante que o candidato não negligencie o papel das questões de natureza interdisciplinar, que também fazem parte da primeira fase. Ainda que nelas possam não ser exigidos conhecimentos específicos de Língua Portuguesa, não se pode perder de vista a expectativa recorrente da banca examinadora do Vestibular Unicamp em torno da capacidade de leitura do candidato, a qual desempenhará papel fundamental na resolução dessas questões. Em 2014, houve uma questão que relacionou Português e Matemática.

A prova de biologia da primeira fase da UNICAMP varia de seis a dez questões de múltipla escolha, com quatro alternativas mantendo sua filosofia de selecionar alunos que tenham um embasamento conceitual sólido sobre os principais fenômenos biológicos, especialmente aqueles relacionados com o cotidiano. É importante que o aluno tenha em mente que, de forma geral, a UNICAMP espera que, na primeira fase, os candidatos demonstrem possuir boa capacidade de leitura e articulação dos conhecimentos obtidos no ensino básico com situações propostas nos enunciados das questões.

Alguns tópicos merecem mais atenção do candidato:

Zoologia, ter conhecimento dos filos do reino animal, assim como as características que os distinguem é essencial para conseguir resolver com confiança as questões de zoologia dessa primeira fase. Normalmente, as perguntas sobre esse tema aparecem através e comparações entre filos ou classes e relações entre a morfologia da população analisada e o ambiente onde essa vive.

Ecologia tem sido, ao longo dos anos, o assunto de maior incidência na primeira fase da UNICAMP. Alguns pontos considerados "quentes" são:

  • Efeitos da ação humana sobre o meio (como aquecimento global e desmatamento): o candidato deve revisar a relação entre o lançamento de gases estufa na atmosfera com a fotossíntese, processo de fixação do CO2 nas moléculas orgânicas. Deve entender como a diminuição da cobertura vegetal tende a impactar ainda mais esse quadro, além, ainda, de revisar o papel dos biocombustíveis e sua relação com o ciclo do carbono.
  • Ciclo da água: o candidato deve compreender o contexto de escassez mundial de água disponível para consumo humano, apontando como intervenções pontuais no ciclo hidrológico (crescimento da demanda, poluição, mudanças climáticas) afetam a disponibilidade de água.
  • Ecologia trófica: é necessária a compreensão da relação entre o fluxo de energia e de matéria nos ecossistemas, representados em cadeias alimentares ou pirâmides. Deve-se revisar a importância da fotossíntese e da respiração celular nesse contexto. Lembre-se, também, de compreender como a concentração de toxinas acontece nos vários níveis tróficos de uma cadeia alimentar.
  • Relações ecológicas: é preciso rever as principais (mutualismo, comensalismo, protocooperação, parasitismo e predação), pois facilmente podem aparecer em questões que cobrem, além do conteúdo biológico, a análise de gráficos ou tabelas.

Biologia celular, para responder os questionamentos sobre esse assunto é preciso estar atentoaos processos de divisão celular, entendendo suas etapas e seus produtos, compreender as organelas e suas funções no metabolismo células, assim como a tradução, replicação e transdução do DNA.

Outros tópicos, como fisiologia, genética e botânica, aparecem com menor incidência.

A prova da 1ª fase da Unicamp a partir do vestibular 2015 será composta por 90 questões em forma de teste, havendo quatro alternativas por questão, sendo 10 de física, embora conhecimentos mais básicos de física possam ser necessários para a resolução de questões de Matemática, Química, Biologia e Geografia. Essas questões, assim como toda a prova, procuram avaliar conhecimentos básicos do candidato e selecionar aqueles que estarão aptos a passar para a segunda fase, na qual será feita uma avaliação mais detalhada do candidato. Portanto, nesta prova da primeira fase, não devem ser cobrados conteúdos muito específicos ou situações muito complexas.

Assim, é de se esperar que sejam cobradas questões específicas em cada um dos assuntos mais importantes, que são Dinâmica, Estática e/ou Cinemática na parte de Mecânica; Eletrodinâmica e/ou Eletrostática na parte de Eletricidade; Calorimetria, Dilatação e/ou Termometria, na parte de Termologia; Ondulatória e/ou Óptica; Hidrostática e/ou Gases (que pode vir em Química). De fato, é isso que tem acontecido, sendo que o assunto mais cobrado nas provas de 1ª fase é Energia, Trabalho e Potência.

Aqui, colocamos energia e potência num contexto bastante geral, ou seja, pode ser tanto energia mecânica (cinética, potencial gravitacional, potencial elástica), como energia elétrica, calor (energia térmica em trânsito) ou ainda a energia transportada por uma onda. Analogamente, a potência pode ser aquela dissipada num circuito elétrico, ou também a potência gerada por uma usina hidrelétrica que aproveita uma queda de água, ou ainda a potência de uma fonte emissora de ondas. O candidato deve se lembrar das definições de energia cinética e potencial gravitacional, da definição de potência em geral, como a razão entre uma energia qualquer e o intervalo de tempo correspondente, e seus casos particulares, como a potência mecânica, a potência dissipada por um resistor, a potência gerada por uma bateria e a potência necessária para aquecer um corpo. A definição de trabalho, além do teorema da energia cinética (trabalho da força resultante é igual à variação da energia cinética), ainda é um tópico importantíssimo neste tema.

Evidentemente, a simples memorização de fórmulas não significa nada: o importante é a sua correta aplicação na situação proposta ao candidato pelo exercício. Muitas vezes, a fórmula é sugerida ou explicitamente fornecida pelo exercício, ficando claro que o que se pretende é priorizar o raciocínio do candidato e sua capacidade de aplicar o conhecimento adquirido no Ensino Médio nas situações apresentadas.

Outros assuntos que têm aparecido com frequência na 1ª fase da Unicamp sãoCinemática, Termologia e Ondulatória. Em Cinemática, geralmente são cobrados conceitos simples dos movimentos uniforme, uniformemente variado e circular uniforme, que muitas vezes são apresentados a partir de gráficos e tabelas. Por diversas vezes, apareceram problemas envolvendo movimento em duas dimensões. Na parte de Termologia, aparecem principalmente os processos de aquecimento (calor sensível - aquele que provoca variação de temperatura num corpo), mudança de estado (calor latente - aquele que provoca mudança de estado no corpo) e propagação do calor. Já em Ondulatória são cobrados conceitos como a relação fundamental , propriedades de intensidade e potência, como já mencionado, e os fenômenos de reflexão e refração de ondas.

A tendência descrita anteriormente não significa, evidentemente, que conceitos de Óptica, Estática, Hidrostática, Eletrostática e Eletromagnetismo não possam aparecer na prova da 1ª fase desse ano.

Também vale comentar que os professores da Unicamp cada vez mais valorizam questões cotidianas, ambientais e econômicas simples, enfatizando-se, assim, a aplicabilidade da Física básica em tais questões, por exemplo, efeito estufa na Geografia e cálculo da "conta de energia" na Matemática.

As questões de Geografia da primeira fase do vestibular da Unicamp envolvem temas gerais, que por vezes podem apresentar conteúdos de forma interdisciplinar. É comum encontrarmos questões que envolvem temas da geografia física (Clima, relevo, vegetação, Hidrografia, etc.) além de assuntos derivados da geografia humane e econômica (produção rural, espaço urbano, aspectos estruturais e sócias da população, etc.). Em particular, espera-se do candidato o entendimento da dimensão histórico-social do espaço geográfico.

O objetivo maior é verificar se o candidato domina os conceitos básicos que estruturam a Geografia, os quais devem ser sempre considerados permeados pela complexidade dinâmica e contraditória da sociedade.

Isso exige que o candidato seja capaz de ler, compreender, interpretar, analisar e relacionar de forma crítica os dados que lhe são apresentados (em forma de texto, tabela, gráfico, ícone, etc.) com os conhecimentos gerais do Ensino Médio, os conhecimentos específicos da ciência geográfica e com o seu próprio cotidiano, escolhendo a melhor resposta para cada uma das questões.

Temas recentes são explorados como meio para que o candidato demonstre conhecimento sobre os processos históricos envolvidos na questão.

Apesar da diversidade dos temas abordados, as questões exigem que o candidato relacione duas ou mais áreas da Geografia (por exemplo: adensamento urbano e problemas sócio-econômico-ambientais ou ainda produção agropecuária e problemas sociais e trabalhistas).

Uma análise dos comentários das respostas feitos pela Comissão Permanente do Vestibular da Unicamp nos permite identificar, por ordem de importância, os principais erros apresentados pelos candidatos, dentre os quais selecionamos os que permanecem válidos para questões do tipo teste:

  • falta de domínio conceitual do tema ou seu uso/interpretação errôneos;
  • dificuldade em estabelecer correlações ou confundir relações de causa e efeito;
  • dificuldade para produzir ou escolher uma resposta coerente, articulando os seus vários itens ou aspectos;
  • interpretação errônea de mapas, tabelas, gráficos, figuras;
  • não compreensão da pergunta;
  • dificuldade em avançar com relação ao senso-comum, estereótipos ou determinismo geográfico;
  • apresentar (selecionar) uma resposta correta, porém fora do contexto da pergunta.

Cabe ressaltar que se espera dos candidatos uma leitura atenta e crítica dos enunciados, pois parte da resposta é encontrada na própria pergunta.

A partir de 2015, a Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares) determinou que a prova da Unicamp contará com 8 questões de História e 1 de Filosofia. As questões da prova seguem, tradicionalmente, uma ordem cronológica. Desse modo, a prova tem início com questões de Antiguidade (geralmente Antiguidade Clássica) ou História Medieval e se encerra com História Contemporânea.

Tradicionalmente, é possível verificar um equilíbrio de temas de História Geral e História do Brasil. Na prova de 2015 temos 4 questões de cada, envolvendo os temas: Iluminismo, Grécia antiga, Idade Média, Brasil holandês, Revoluções de inspiração iluminista, Romantismo no Brasil, África, Ditadura Militar e expansão da cafeicultura no Brasil. No que se refere à História do Brasil, dentre as duas fases do vestibular, os três períodos políticos são abordados: colônia, império e república.

A presença de questões com imagens tem sido recorrente nos últimos anos e provavelmente essa tendência continuará nas próximas provas.

A maioria das questões são elaboradas a partir de um excerto, sendo ele um documento histórico, texto historiográfico ou uma pequena contextualização sobre determinado tema. Os textos fornecidos nas questões contêm informações valiosas para elaboração das respostas, mesmo nos casos que a questão não é estritamente de interpretação. O aluno deve ficar atento, portanto, à todas informações fornecidas, tais como fontes, autores e datas dos textos, gráficos, gravuras e tabelas.

A UNICAMP não cobra em suas provas datas ou nomes de eventos e personalidades históricos. No entanto, é importante não perder de vista os principais marcos cronológicos e ter sempre cuidado com a localização temporal dos acontecimentos referidos na questão, evitando assim anacronismos e confusões que podem conduzir ao erro.

A prova de História possui a mesma concepção presente na Redação, ou seja, privilegia a leitura e interpretação de texto. Entre as capacidades exigidas pela banca de história estão a mobilização de informações e a precisão conceitual. Por isso, é importante ser cuidadoso no emprego e na definição de determinados conceitos. Além disso, uma característica marcante das questões propostas é a exigência de uma leitura crítica dos eventos do passado, de modo que o candidato deve ser capaz de fazer conexões entre o passado e o presente.

De modo geral, o aluno não precisa preocupar-se com detalhes, e sim ter uma visão geral dos acontecimentos históricos, sem se preocupar com as especificidades de cada assunto ou tema. Um outro ponto importante e valorizado pelo vestibular da UNICAMP é o estabelecimento de comparações e relações entre eventos históricos distintos. Contudo, a própria questão especifica quais elementos devem ser comparados.

Por fim, recomendamos que os candidatos conheçam as provas dos últimos anos da Unicamp, pois, mesmo com a mudança no formato, é possível perceber quais são os pontos valorizados.

A primeira fase da UNICAMP até o ano de 2010 tinha duas questões dissertativas de Matemática. Em sua maioria, eram vinculadas ao tema da prova como um todo, fazendo muitas vezes referência à coletânea da prova de redação. O propósito dessas questões, segundo a própria UNICAMP, era avaliar conteúdos do Ensino Fundamental, privilegiando a capacidade de interpretação de situações-problema propostas pelos enunciados. Era muito frequente a apresentação de informações do problema através de gráficos e tabelas.

Os temas principais que eram cobrados nesse formato de prova eram: porcentagem, razão, proporção, função de primeiro grau, áreas e volumes. Várias dessas questões propunham a necessidade de alguma conversão de unidades entre as informações do enunciado e as contas até a resposta, o que exige a manipulação adequada de operações com decimais e com potências de 10.

Entre 2011 e 2014, a prova da primeira fase da UNICAMP passou a ser composta por 48 testes, dos quais 10 a 12 são de Matemática. É claro que com mais questões, a prova passou a ser mais abrangente. Mas a presença dos temas do formato antigo se manteve. Geralmente há questões envolvendo porcentagem, razão e proporção, funções de primeiro grau, áreas e volumes. Entretanto, também passaram a cair questões com temas que até então só apareciam na segunda fase, tais como Trigonometria, PA e PG, Geometria Analítica, Análise Combinatória e Probabilidade, Funções Exponenciais, Logaritmos, Números Complexos e Polinômios, Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares.

A partir de 2015, foi adotado um formato de prova com 90 testes, dos quais uns 15 são de Matemática, enquanto a segunda fase agora conta com apenas seis questões de Matemática. Nesse sentido, dando maior abrangência para a prova da primeira fase, é de se esperar que apareçam ainda mais questões de temas que, nos formatos de prova anteriores, só apareciam na segunda fase.

É sempre esperada pelo menos uma questão sobre porcentagem, razão e proporção, que pode estar associada à identificação de dados presentes numa tabela ou num gráfico de barras, por exemplo.

A presença de gráficos de funções também é sempre constante nas provas da Unicamp, independentemente do formato ou da fase do vestibular. Há questões em que se pergunta qual expressão, dentre as fornecidas, é a que corresponde a um gráfico dado, embora o aluno não tenha condição de chegar à expressão por contas. Nesse caso, claro, está sendo verificada a habilidade do candidato em descartar alternativas.

Ainda em relação a funções, é de se esperar pelo menos uma questão sobre funções do primeiro e do segundo grau, bem como uma questão sobre função exponencial ou logarítmica.

Em Geometria Plana e Trigonometria, os teoremas (leis) dos senos e dos cossenos são os favoritos da banca, e também podemos assumir como praticamente certa uma questão sobre esse assunto em pelo menos uma das fases, possivelmente até em ambas. Temos ainda a presença esperada de questões que envolvam trigonometria básica em triângulos retângulos, assim como o teorema de Pitágoras.

Outro tema que a UNICAMP historicamente sempre cobrou é o bloco de Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares. Para a primeira fase, resoluções ou eventualmente apenas montagens de sistemas lineares são bastante plausíveis.

Análise Combinatória e Probabilidade também é um tema esperado em pelo menos uma questão, envolvendo por exemplo o princípio fundamental da contagem, assim como as sequências (progressões aritmética e geométrica).

Em Geometria Espacial, comparações entre sólidos diferentes com alguma relação entre as grandezas deles (mesmo volume, mesma área lateral, etc.) são a maneira mais típica de a UNICAMP cobrar esse assunto.

Em Geometria Analítica, é esperada pelo menos uma questão que fale sobre equações de retas e/ou circunferências, podendo propor alguma análise sobre a intersecção entre duas curvas.

Dois temas que vem sendo cobrado com insistência desde 2011 na prova objetiva da UNICAMP são Números Complexos e Polinômios. Para Números Complexos, é sempre importante estar atento à forma trigonométrica desses números, bem como as operações de produto e divisão nesse formato. Já para Polinômios, as relações entre raízes e coeficientes (relações de Girard), a pesquisa de raízes racionais, o teorema das raízes conjugadas e a divisão de polinômios podem estar presentes em alguma questão.

Por fim, um tema que sempre aparece em provas da UNICAMP é a divisão no conjunto dos inteiros, com seus desdobramentos nas ideias de múltiplos e divisores, MMC e MDC.

O novo modelo de 1ª fase da UNICAMP, com uma duração máxima de 5 horas, apresenta 90 questões do tipo teste, edentre essas, aproximadamente 10 questões de química, contendo enunciados não muito extensos. As questões da primeira fase da Unicamp valorizam a capacidade de observação e descrição de fenômenos e sua interpretação através de modelos. Elas exigem principalmente o conhecimento da terminologia química e a capacidade do aluno em interpretar as informações dadas no enunciado pela ótica química.

Normalmente alguns conceitos importantes são fornecidas ao longo dos exercícios e podem servir até mesmo para lembrar tópicos já esquecidos, o que ressalta a importância da leitura atentadas questões. Em resumo, a leitura, interpretação e capacidade de associar as informações dadas com o seu conhecimento químico são os pontos cruciais para um bom desempenho nesse exame.

Uma dica importante é listar todas os dados relevantes em linguagem química, utilizando fórmulas moleculares, equações e dados numéricos com suas respectivas unidades. Dessa forma se torna mais fácil encontrar a relação entre as informações e você pode organizá-las em uma sequência lógica, traçando o raciocínio necessário para se obter a resposta final. Alguns tópicos cobrados com frequência são:

Nomenclatura: assunto presente em quase todas as provas com um nível de dificuldade baixo, pois são sempre referentes a compostose elementos bastante conhecidos e amplamente trabalhados no Ensino Médio.

Equações químicas: na maior parte das vezes, o enunciado descreve uma reação e o nome das substâncias envolvidas para que seja feita uma "tradução" para a linguagem química. Por isso, a nomenclatura também pode aparecer como um subitem para este tópico. Mesmo quando não for cobrado o balanceamento das equações, ele é importante para ajudar a detectar possíveis erros nas fórmulas utilizadas e para apresentar uma resposta mais completa.

Processos químicos e físicos: nos últimos anos foi comum encontrar questões que envolvessem conhecimentos básicos sobre processos físicos de separação de misturas, noções básicas de oxirredução e processos industriais simples. Uma dica importante está relacionada com o gás carbônico, que todo ano está presente em alguma questão que envolva sua solubilidade em água, seu efeito na atmosfera terrestre ou a alteração de pH que esse gás causa na água.

Relações numéricas: estão sempre presentes. Em alguns anos, aparecem como forma acessória para resolver as questões quantitativas, como as de estequiometria, soluções, gases, ou mesmo na interpretação de gráficos. Os vestibulares da Unicamp costumam destacar a importância dos conceitos de massa atômica, massa molecular, massa molar, fórmula molecular, fórmula mínima, volume molar, mol, número de Avogadro e a relação entre eles. Questões contendo cálculos de porcentagem também são muito frequentes nesta fase.

Outros: Outros tópicos que costumam aparecer são eletroquímica, termoquímica, química descritiva e soluções (normalmente aquosas).

A prova de inglês da Unicamp é tradicionalmente uma prova de compreensão e interpretação de texto e ela vem enfatizando esta característica ao longo de suas edições, exigindo do candidato a identificação de informações essenciais em textos que, em geral, têm tamanho pequeno. Acreditamos que a mudança na forma do vestibular, com o inglês sendo transferido para a 1ª fase e passando a ser cobrado na forma de 8 questões de múltipla escolha com 4 alternativas cada, não tenha a intenção de alterar esse fato (apenas, em vez de fazer a tradução de um trecho, o candidato terá que escolher a alternativa que melhor o traduz).

Muitas vezes, os candidatos perdem pontos não por falta de conhecimento da língua estrangeira, mas por não entender o que é pedido nas questões. Para não perder pontos desnecessários, é preciso ter um cuidado fundamental com alguns aspectos da prova: é preciso ter certeza do que está sendo pedido, ler os enunciados de cada questão e confrontar as alternativas com o que está sendo pedido, pois, muitas vezes uma alternativa que contém informações corretas não é a resposta certa ou porque não responde diretamente o que está sendo pedido na questão ou porque extrapola as informações contidas na questão ou no texto de referência.

Considerando que, quando era na segunda fase e, portanto, dissertativa a tradução de trecho era sempre exigida nas provas, espera-se que haja algumas questões de tradução, isto é, a alternativa certa será a correta tradução de um trecho do texto. Para essas questões é necessário não apenas entender o texto original, mas escolher a alternativa que ofereça uma tradução que faça sentido em português.

Por fim, é importante lembrar que a Unicamp não pede entendimento de gramática de forma direta. É claro que, de uma forma ou outra, o conhecimento gramatical é necessário para um melhor entendimento dos textos. Entretanto, só conhecimento de gramática ajuda muito pouco em uma prova que exige entendimento de vários e variados textos. É importante que o candidato se esforce para aumentar seu vocabulário, conhecendo expressões usuais da língua. Um bom vocabulário e práticas de leitura são fundamentais para quem quer ter um bom aproveitamento na prova de inglês da Unicamp.

2ª FASE

A proposta de avaliação de redação do vestibular Unicamp passou por algumas reformulações nos últimos anos e, no próximo vestibular, o candidato será solicitado a produzir dois textos de gêneros diversos, não pré-determinados, ambos de execução obrigatória, a partir de textos-fonte. A partir do vestibular 2016, a prova de redação foi alocada para a segunda fase, o que não significa diminuição da sua importância: nessa posição, a nota redação equivale a 20% da nota total do candidato, independentemente do curso prestado.

Nessa prova, são cobrados gêneros diversos, que procuram avaliar, além dos conhecimentos sobre língua portuguesa e seus recursos de expressão e estilo, a familiaridade do candidato com gêneros textuais que circulam no cotidiano, em jornais, revistas, internet etc. Assim, recomenda-se que o candidato procure entrar em contato com os diversos gêneros que podem aparecer na prova, tais como: editoriais, cartas (carta aberta, carta pessoal, carta de solicitação), entrevistas, textos instrucionais (receitas, manuais, procedimentos), reportagens, sinopses, resenhas, textos típicos de internet (comentários, postagens de blogs, e-mails), entre muitos outros.

Nesse formato de prova, pode haver textos de base para cada gênero a ser desenvolvido, ou apenas um texto de base para os dois gêneros propostos. Em geral, não são oferecidos muitos textos-fonte para cada gênero, de forma que o candidato deve fazer uma leitura atenta daqueles que servirão como base para sua redação, uma vez que neles estará a maior parte das informações necessárias para a construção do seu texto. O candidato deve articular seu texto com as informações fornecidas sem, contudo, fazer simples cópias dos excertos selecionados. Os textos desenvolvidos pelos candidatos devem dialogar com os textos-fonte, isto é, o candidato deve escrever seus próprios textos, com suas reflexões, apontamentos, soluções, mas tomando como base as informações e instruções apresentadas, mostrando a relevância dos pontos escolhidos para o desenvolvimento de seu texto.

Cada proposta é acompanhada por instruções específicas que delineiam o propósito e o gênero do texto a ser elaborado, bem como indicam quais são os interlocutores que devem ser considerados na elaboração da redação. Essas instruções devem ser rigorosamente seguidas, pois elas asseguram ao candidato que sua redação cumpra essencialmente os critérios solicitados na proposta.

A prova da Unicamp é composta por seis questões distribuídas da seguinte maneira: três questões de Língua Portuguesa e três questões de Literaturas de Língua Portuguesa. Cada uma delas é formada por dois itens (a e b), os quais podem ser desdobrados em outros elementos. A pontuação total da questão é de quatro pontos, sendo que cada item vale de 0 a 2 pontos.

A prova de Língua Portuguesa da Unicamp tende a não priorizar o estudo das regras gramaticais.Suas questões mantêm um caráter híbrido de interpretação de textos, do trabalho com os diferentes gêneros discursivos e da percepção quanto à variedade da língua em contextos específicos. Assim também caminham as questões associadas a Literatura, ainda que elas também exijam conhecimentos específicos sobre o enredo ou sobre o contexto de produção das obras literárias solicitadas previamente na lista.

Por isso, ressalta-se que a prova da Unicamp exige uma leitura atenta e uma escrita eficiente. Leitura atenta significa que o candidato deve trabalhar o texto como um todo, e não com leituras descontextualizadas de frases ou palavras. Dessa forma, o aluno precisa apreender o funcionamento predominante de diferentes gêneros textuais (dissertativos, narrativos, poéticos, técnicos, políticos, religiosos, jornalísticos, regionais, populares), identificando suas marcas linguísticas e sua especificidade. É preciso lembrar-se, sempre, de que um determinado texto trata de um determinado assunto sob um determinado enfoque; de que um texto pode remeter-se a outro texto; de que o texto marca determinada posição do autor; de que o autor, por seu texto, identifica-se a certos grupos sociais e profissionais ou a correntes ideológicas conhecidas; de que uma boa leitura permite extrair conclusões não explicitadas no texto. Ou seja, o candidato precisa mudar sua posição frente à língua: deixar de ser usuário para ser observador de seu funcionamento.

Para ser um bom observador da língua, o candidato também precisa saber escrever eficientemente, dando consistência argumentativa à sua resposta, além de dominar a exposição de suas ideias, por meio de descrições, explicações, justificativas, exemplificações, comparações, dependendo do que o enunciado da questão propuser. Espera-se ainda que o candidato saiba resumir textos, parafraseá-los, selecionar informações e organizá-las de modo adequado.

A leitura atenta é essencial para o trabalho com os excertos das obras literárias exigidas pelo vestibular; os trechos selecionados delimitam algumas abordagens interpretativas; por isso, a resposta deve ser específica em relação ao exigido pelo enunciado da questão. Muitos alunos pecam pelo excesso, pois produzem uma resposta muito abrangente sobre o texto literário, não respondendo o tópico exigido pela pergunta. É importantíssimo ler atentamente o enunciado para não dar respostas que não serão contempladas na hora da correção, ou seja, é pertinente observar se o enunciado pede uma citação, um exemplo, uma paráfrase, um resumo, uma justificativa ou explicação, uma comparação, uma retomada, uma interpretação — enfim, atenção redobrada na leitura do enunciado, pois esse é um fator de avaliação.

Até 2014, a segunda fase da UNICAMP apresentava 12 questões de Matemática, e a partir de 2015, passou a apresentar 6 questões (sempre dissertativas nessa fase). Com a diminuição das questões dissertativas, é de se esperar que temas abrangentes, como Funções, Progressões, Geometria Plana e Espacial estejam presentes. Também é esperado, dado o número reduzido de questões, que numa mesma situação estejam envolvidos vários temas.

Para a segunda fase, um tema que historicamente aparece bastante é Matriz. Pode ser pedida a construção direta de uma matriz inversa, ou associar a discussão de um sistema linear a um determinante de uma matriz, através da regra de Cramer. O enunciado pode questionar a classificação de um sistema linear em função de parâmetros (dizer quando o sistema é do tipo possível e determinado, indeterminado ou impossível).

Construções de gráficos no plano cartesiano também são requisitadas com muita frequência na segunda fase da UNICAMP, e podemos assumir como praticamente certa a presença de pelo menos uma questão requisitando essa habilidade na prova de Matemática. Devem estar muito bem assimilados pelo candidato os gráficos das funções de primeiro e segundo grau, das funções exponencial e logarítmica, bem como da função y  1/x.

Ainda sobre gráficos de funções, aparecem questões envolvendo modificações no gráfico de uma função previamente conhecida, como translações horizontal e vertical, deformações e reflexões, bem como a análise de como um certo parâmetro interfere no comportamento gráfico de uma função.

No caso específico da função do segundo grau, é importante saber calcular as coordenadas do vértice da parábola, bem como lembrar da forma fatorada do trinômio do segundo grau em função das raízes.

As funções exponencial e logarítmica têm aparecido em problemas contextualizados, onde muitas vezes se descreve um crescimento ou decrescimento exponencial de uma grandeza em função do tempo, e em algum momento se pergunta quanto tempo demora para que essa grandeza atinja determinado valor. Nessa situação, são fundamentais as propriedades dos logaritmos.

Em Geometria Analítica, são cobradas com muita frequência as noções de equação da reta, as condições de paralelismo e perpendicularidade entre duas retas, a equação da circunferência e os problemas de posição relativa entre reta e circunferência, com destaque para o importantíssimo caso de tangência entre uma reta e uma circunferência.

O bloco de Análise Combinatória e Probabilidade sempre esteve presente nas provas da UNICAMP, por ser um tópico que não exige quase fórmula nenhuma na resolução dos problemas, mas tem muita ênfase em raciocínio e argumentação. Como isso sempre foi uma característica buscada nos candidatos pelo vestibular da UNICAMP, esse tema é bastante propício para aparecer nessa prova.

Com relação a Geometria Plana e Trigonometria, vale a mesma coisa apontada para a prova da primeira fase: os favoritos são os teoremas (leis) dos senos e dos cossenos. Além disso, cálculo de áreas, semelhança de triângulos, fórmulas de adição de arcos e as noções de inscrição e circunscrição em circunferências aparecem bastante.

Para Geometria Espacial, além do cálculo direto de volumes, podem aparecer questões sobre inscrição ou circunscrição de um sólido em outro (cubo inscrito numa esfera, por exemplo).

Já na parte de Sequências (PA e PG), são frequentes que abordam os termos gerais da PA e da PG, bem como a soma dos n primeiros termos. Esses dois temas podem estar interligados numa mesma questão, ou ainda aparecer no contexto de juros simples e compostos.

E por fim, mesmo sendo cobrados bastante na primeira fase, também podem aparecer na segunda fase temas como razão e proporção, porcentagem, MDC e MMC, divisores de um número e problemas com números inteiros de modo geral.

A prova de Geografia da segunda fase do vestibular da Unicamp busca estimular o pensamento crítico e a capacidade de analisar a realidade do mundo contemporâneo na associação entre o espaço geográfico, sua apropriação pelas diferentes sociedades e as estruturas políticas e econômicas. Frequentemente busca vincular a atualidade com o contexto histórico, tendo em vista a compreensão da gênese de processos. Desta forma, espera-se que o candidato demonstre que dispõe de conhecimentos geográficos suficientes e indispensáveis para uma boa compreensão do mundo contemporâneo.

São questões que abordam temas clássicos da Geografia e suas derivações atuais, relacionadas aos eventos mais significativos ocorridos recentemente (não necessariamente no último ano), tanto no cenário nacional quanto no internacional, como as relacionadas com as questões ambientais, economicas, a própria geografia física, etc. Os temas são sempre abordados numa visão interdisciplinar, de interação entre os fatores geográficos, históricos, econômicos e naturais, atuando em dinâmicas sistêmicas que constroem as paisagens e qualificam os territórios.

Trata-se de uma prova de leitura e interpretação de situações problema, com grande incidência de figuras, tabelas, gráficos e informações em geral que se inter-relacionam e que exigem do candidato uma boa base analítica.

Há um equilíbrio entre o número de questões sobre Geografia do Brasil e Geografia Geral, pois esta tem sido a tendência dos últimos anos, merecendo destaque o fato de que os temas não aparecem divididos, ou seja, Brasil e Geral aparecem na mesma questão. Para responder adequadamente as questões deste vestibular é necessário ser eficiente na(o):

  • extração de informações do enunciado;
  • interpretação de mapa, figura, tabela;
  • estabelecimento de uma correlação entre os fenômenos apresentados;
  • domínio conceitual do tema;
  • articulação com conhecimentos da História;
  • articulação com conhecimentos de Biologia;
  • estabelecimento das relações de causa e efeito;
  • correta localização espacial do fenômeno apresentado.

As principais dificuldades apresentadas pelos candidatos foram:

  • falta de domínio conceitual do tema ou seu uso errôneo;
  • dificuldade em estabelecer correlações ou confundir relações de causa e efeito;
  • interpretação errônea de mapas, tabelas, gráficos, figuras;
  • elaboração de respostas genéricas ou de discursos vazios de conteúdo;
  • dificuldade para produzir uma resposta coerente, articulando os seus vários itens ou aspectos;
  • dificuldade em avançar com relação ao senso-comum, estereótipos ou determinismo geográfico;
  • não compreensão da pergunta;
  • apresentar uma resposta correta, porém fora do contexto da pergunta;
  • respostas redundantes ou repetitivas.

Desde o ano de 2010 ocorreu uma mudança no número de questões e a prova de História, juntamente com Geografia, deu lugar à prova de Ciências Humanas. Entretanto, mesmo havendo uma gradativa introdução de conteúdos de Filosofia e Sociologia, o perfil da prova continua o mesmo: exige muita atenção na leitura, na escrita, e um conhecimento de conteúdo que possibilite ao candidato tecer relações entre processos e períodos históricos distintos. Novamente, a ordem cronológica observada na primeira fase se repete, abrindo a prova com questões de Antiguidade e encerrando com História Contemporânea.

A prova de História da Unicamp não exige detalhes de processos históricos, mas sim um domínio razoável de temas consagrados nos materiais didáticos. Mais uma vez, é possível observar uma relação equilibrada entre temas de História Geral e História do Brasil. É comum a presença de questões que buscam relacionar o contexto brasileiro com a História mundial, ou mesmo comparar processos. Um exemplo desse modelo é a questão dezesseis do ano de 2015, que solicita ao aluno diferenças entre o processo de independência na América espanhola e na América portuguesa.

Nos últimos anos é possível observar uma tendência na abordagem recorrente de temas relativos à história da África e da América, especialmente o período colonial, os processos de emancipação e o século XX. No que se refere à História do Brasil, dentre as questões das duas fases, certamente os três períodos políticos serão abordados: Colônia, Império e República.

De modo geral, as questões se equilibram ao exigir uma contextualização mais ampla do aluno e alguns aspectos mais pontuais do conteúdo. Exemplo disso é a questão quinze do ano de 2015, que pergunta ao aluno: “Como os portugueses organizaram a economia do tráfico na Era Moderna?”. Trata-se de um tipo de pergunta bastante abrangente, que exige que o aluno consiga contextualizar a questão escravista dentro da economia mercantilista.

No entanto, na segunda fase também aparecem questões que exigem uma abordagem mais pontual e específica do aluno. A primeira questão da prova de História de 2015 no item B solicita ao aluno que seja apontado um direito e um dever dos metecos na Grécia Antiga. Apesar de específica, o enunciado oferece uma “dica” ao afirmar que os estrangeiros “não tinham direitos integrais”, podendo ser entendida como uma alusão à questão política. Desse modo, o aluno que lembrasse o conceito de cidadão em Atenas já conseguiria responder parcialmente a questão.

No vestibular da UNICAMP, há uma evidente intenção de avaliar a capacidade do candidato em tecer articulações entre o passado e presente. A percepção das heranças históricas, sem omitir as especificidades de cada evento, é um pontochave na segunda fase deste vestibular. Cada evento histórico deve ser entendido em sua singularidade e muitas das questões têm esta concepção. Essa proposta do vestibular fica evidente na última questão do ano de 2015, que propôs uma análise comparativa de uma cédula do contexto da Ditadura Militar, com a inscrição “Quem matou Herzog?” com uma cédula de real, com a inscrição “Cadê Amarildo?”. Desse modo, o aluno só responderia de forma satisfatória a questão caso tivesse conhecimento do caso de desaparecimento do pedreiro Amarildo no Rio de Janeiro, bastante presente nos noticiários daquele ano.

A capacidade de estabelecer comparações e associações é extremamente valorizada pela Unicamp, porém muitos candidatos não conseguem fazê-las. Em geral caracterizam dois eventos e não os conectam ou comparam, respondendo assim parcialmente às questões.

A leitura e a interpretação textual são habilidades privilegiadas nas inúmeras questões com documentos escritos ou visuais. Em geral, especialmente em relação às imagens, as fontes impulsionam análises sobre determinados eventos. Os dois últimos anos contaram com questões baseadas em imagens nas duas fases do vestibular, sendo que em 2014 duas questões da última fase tinham imagens como fonte. Desse modo, é muito possível que essa tendência se repita nas provas dos próximos anos.

Outro ponto que merece ser mencionado é a interdisciplinaridade presente nas provas. Surgiu como um propósito da prova de história, de modo que conexões com a literatura e a biologia podem ser observadas em algumas questões. No entanto, essa tendência é predominante na primeira fase do vestibular, sendo que na segunda fase as questões possuem um perfil mais específico.

Por fim, uma dica fundamental é que o aluno busque a precisão conceitual. A articulação dos conceitos deve ser feita de forma cuidadosa em determinadasquestões, com especial atenção para a pertinência de sua aplicação no período mencionado, buscando evitar cometer anacronismos. Evite, também, a caracterização de forma imprecisa e vaga.

A leitura atenta e a escrita com precisão são as bases para um ótimo aproveitamento nessa prova.

A prova de segunda fase da UNICAMP se caracteriza por ser mais exigente e abrangente que a primeira fase com grande tendência à interdisciplinaridade. O aluno deve se preparar para questões mais elaboradas, que frequentemente relacionam aspectos de diferentes tópicos da disciplina e que agora podem relacionar também aspectos de Física e Química, porém, sem fugir ao conhecimento do ensino médio que o estudante bem preparado já possui. A UNICAMP espera que o candidato, na segunda fase, demonstre habilidade de lidar com informações que lhe são apresentadas por meio de diferentes meios.

Zoologia aparecem muitas vezes num contexto que discute a adaptação dos organismos aos ambientes nos quais vivem ou relaciona-os com sua história evolutiva além de comparações entre classes e filos do reino animal.

Ecologia, novamente, é um assunto de grande incidência. São frequentes questões discutindo relações ecológicas entre populações, quase sempre com a apresentação de gráficos. O aluno deve olhar com especial atenção para parasitismo, predação e competição. Ecologia trófica e ciclos biogeoquímicos também são lembrados pela banca junto com sucessão ecológica.

Questões de fisiologia comparada são muito comuns. Para fisiologia humana, os sistemas endócrino, digestório e circulatório aparecem bastante. As parasitoses humanas são frequentemente cobradas em diferentes contextos. O candidato deve se preparar para questões envolvendo associações entre vetores e agentes etiológicos e ciclos de vida de diferentes parasitas.

Biologia celular também tem seu espaço na segunda fase da Unicamp. Convém relembrar com detalhes os eventos que caracterizam cada fase dos processos de divisão celular, inclusive deve-se saber esquematizá-los. Além disso é aconselhável conhecer a função e estrutura das organelas celulares assim como os processos de transdução e tradução.

Genética aparece com grande frequência em questões de genética clássica, envolvendo leis de Mendel, grupos sanguíneos e interação gênica são as que mais aparecem. Calcular frequências genotípicas e fenotípicas e, principalmente, compará-las com dados experimentais, tentando inferir qual tipo de herança está envolvida no problema, é uma forma bastante comum de perguntas nesta prova.

Em seu novo formato, a prova de Ciências da Natureza da 2ª fase da Unicamp é integrada por Física, Biologia e Química e composta por 24 questões dissertativas. Espera-se, portanto, uma média de oito questões predominantemente de Física.

Historicamente, a banca tem conseguido distribuir de maneira bastante adequada todo o programa previsto para o Ensino Médio, com questões quase sempre originais e criativas, mas não necessariamente difíceis. Atualmente, a segunda fase é realizada em três dias sendo a Física abordada somente no último dia (Ciências da Natureza). Nessa prova, pretende-se fazer uma avaliação mais específica e detalhada das habilidades do candidato do que na primeira fase.

Em se mantendo o padrão atual, a prova deve começar com uma ou duas questões de Cinemática, sendo que esse assunto é geralmente cobrado com uma complexidade menor. Mas não é verdade que a prova de Física esteja organizada em ordem crescente de dificuldade. Em seguida, costumam aparecer questões de Dinâmica, onde geralmente aparece um item, já tradicional da Unicamp, que é a estimativa, ou seja, um exercício onde o candidato deverá, com base em sua experiência cotidiana, atribuir um valor, pessoal, para alguma variável da situação. É importante informar que na última prova, primeiro ano da aplicação de seu novo formato, tal questão não apareceu, evidenciando uma mudança mais que estética do formato da prova.

Cabe lembrar, entretanto, os tipos de estimativas normalmente solicitados: já foi pedido que o candidato estimasse a área de um dente, a envergadura de um pardal, a vazão de uma torneira, o volume do coração, o volume de tinta numa caneta etc. Nesse caso, a resposta certamente deverá ser aceita dentro de uma faixa de valores que a banca julgará pertinentes. Assim, você pode estimar a vazão de uma torneira como 5 L/min ou 10 L/ min, e ambas as respostas serão aceitas e consideradas corretas. O que não se aceita são estimativas do tipo 50 L/s ou 1 cm3/min, isto é, com valores muito fora da realidade.

Para fechar o assunto de Mecânica, aparece uma questão sobre Estática e Hidrostática. Posteriormente, aparecem geralmente as questões de Óptica e Termologia, com uma questão para cada assunto, seguidas de questões sobre Eletrodinâmica. Geralmente, para o fim da prova, são deixadas as questões de Ondulatória, Eletrostática, Eletromagnetismo e Física Moderna embora, salientemos novamente, que estas questões não são necessariamente mais difíceis por serem as últimas da prova.

Também nas questões do final da parte de Física pode aparecer algum problema que descreve situações pouco estudadas no Ensino Médio (embora isso seja pouco comum), como já apareceram questões sobre diodo em circuitos, efeito fotoelétrico, relatividade, capacitores, interferência em películas delgadas etc. Nesse caso, o que se pretende é apresentar ao candidato um problema inédito, que ele não foi treinado para resolver, porém, fornecendo todas as informações relevantes no enunciado, e exigindo dele a capacidade da interpretação de texto e do raciocínio para chegar à resposta. Parte desse tipo de questão, no entanto, agora faz parte do programa e é chamado de "Noções de Física Moderna", o que não impede de a Unicamp cobrar alguma questão interpretativa envolvendo algum assunto fora do programa e que exija que o aluno seja capaz de resolver apenas com seu conhecimento do Ensino Médio.

Analisemos como cada uma das áreas da Física tem sido tradicionalmente abordada nesta prova, tendo em vista o período desde 1996. Note que com o novo formato, há grande chance dessa tendência não se manter.

Cinemática – É dada uma grande importância para situações envolvendo queda livre, movimentos de aceleração e desaceleração, e também o movimento circular uniforme.Muitas vezes pede-se para estabelecer a razão entre a aceleração envolvida e a aceleração local da gravidade. Problemas sobre gravitação e movimento de planetas também podem aparecer vinculados ao movimento circular uniforme, onde a aceleração centrípeta é a aceleração da gravidade criada pelo planeta.

Dinâmica – Conservação da energia mecânica é o assunto que mais aparece na prova da 2ª fase da Unicamp. O candidato deve estar muito atento, principalmente, aos casos em que os corpos envolvidos são corpos extensos, pois nesse caso a energia potencial gravitacional deve ser calculada em relação ao centro de massa do corpo. Além disso, também é certo aparecer um problema sobre colisão, conservação da quantidade de movimento e o teorema do impulso (impulso da força resultante igual à variação da quantidade de movimento), onde geralmente se pergunta se houve ainda conservação da energia mecânica ou não. Outro conceito que certamente será cobrado é o de força resultante centrípeta, com o correspondente diagrama de forças adequado.

Estática e Hidrostática – Questões envolvendo equilíbrio de forças e torques aparecem com frequência nessa prova, mas tendem a ser de resolução simples e direta. Já a Hidrostática aparece principalmente em questões envolvendo a lei de Stevin (p = d g h) e em processos onde se pergunta a diferença de pressão entre situações inicial e final. Já o princípio de Arquimedes aparece em menor proporção.

Termologia – Assim como na 1ª fase da Unicamp, também aqui os conceitos mais cobrados são o aquecimento/resfriamento e a mudança de estado dos corpos. O candidato deve estar atento a processos de transferência de calor a partir de fontes e máquinas térmicas, refrigeradores e ar condicionado, e muitas vezes é solicitado o cálculo do rendimento ou da potência útil no processo. Além disso, muitas questões da prova trazem algum vínculo com temperatura, como, por exemplo, resistores cuja resistência varia em função da temperatura. A parte de Termodinâmica aparece sobretudo com a Lei Geral dos Gases Perfeitos e a equação de Clapeyron, enquanto que a Primeira Lei da Termodinâmica, embora importante, não tem sido cobrada pela Unicamp nos últimos anos.

Ondulatória – Questões sobre ondas na 2ª fase já cobraram várias vezes a formação de ondas estacionárias e os harmônicos correspondentes. O candidato deve estar atento para saber distinguir as situações correspondentes a tubos abertos e fechados, bem como saber relacionar o comprimento de onda com o comprimento do tubo. Outro assunto que já apareceu diversas vezes foi o de nível de intensidade sonora (escala decibel), vinculado ao gráfico da intensidade sonora em função da frequência que um humano pode escutar. Nesses exercícios era fornecida a fórmula que define o nível em função da intensidade da onda:

Óptica – Na 2ª fase, a Unicamp costuma colocar questões envolvendo os fenômenos da reflexão e da refração, e principalmente as condições para reflexão total. Aparecem também questões sobre espelhos planos, esféricos e lentes, geralmente com comparação entre os tamanhos dos objetos e das imagens, e sua natureza (real ou virtual), de modo que o candidato deve saber utilizar a equação de conjugação de Gauss e a de aumento transversal, bem como compreender os sinais envolvidos nelas para poder classificar as imagens em real ou virtual, direita ou invertida e maior ou menor.

Eletrostática – O principal conceito cobrado aqui é o movimento de cargas em regiões onde age um campo elétrico, bem como a interação eletrostática entre duas cargas elétricas próximas entre si. Muitas vezes se coloca a clássica situação de uma partícula lançada horizontalmente numa região situada entre duas placas paralelas de um capacitor, e pede-se para o candidato determinar características desse movimento, como o tempo para atingir uma das placas ou para atravessar a região. Nesse caso, o que se espera é que seja estabelecida uma analogia com os exercícios de lançamento oblíquo, observando que no lugar da aceleração da gravidade, a carga estará submetida à aceleração oriunda da força elétrica que age na mesma. Outra relação importantíssima é o da diferença de potencial entre dois pontos de um campo elétrico separados por uma distância d, que é dada por , relação que tem sido exaustivamente cobrada nas provas dos últimos anos. Além disso, observamos que muitas questões trazem energias dadas em eV (elétron-volt), que é definida como o trabalho (energia) que se deve realizar sobre um elétron para fazê-lo percorrer uma diferença de potencia de 1,0 V, embora o enunciado sempre traga a conversão de 1 eV = 1,6.10–19 J.

Eletrodinâmica – As questões de circuitos elétricos envolvem, sobretudo, a clássica montagem com um gerador e uma associação de resistores, com perguntas relativas à potência dissipada, à energia consumida durante certo intervalo de tempo, e condições de funcionamento de instrumentos de medida como o amperímetro e o voltímetro, incluindo aqui a montagem da ponte de Wheatstone. Também tem aparecido com frequência a fórmula da resistência em função da resistividade, do comprimento e da área transversal do resistor (R = ρ L/A ), embora esta fórmula sempre tenha sido fornecida no enunciado. Por outro lado, algumas questões bastante inovadoras têm sido introduzidas pela Unicamp na parte de Eletrodinâmica, como circuitos contendo diodos, resistores cuja resistência varia com a temperatura e correntes não constantes. Nesse caso, espera-se que o candidato consiga uma correta interpretação do enunciado e também que ele relacione estes novos conceitos introduzidos com aqueles que ele aprendeu no Ensino Médio.

Eletromagnetismo – Nessa parte, sempre aparecem questões sobre fio transportando corrente e imerso em regiões com campo magnético, assim como perguntas sobre o próprio campo magnético gerado pela passagem de corrente pelo fio. A questão nesse caso cobra não só a intensidade do campo (lei de Biot-Savart) ou da força magnética (força de Lorentz), como também a determinação de direção e sentido desses vetores, dados pelas regras da mão direita e da mão esquerda. Além disso, também ocorreram questões sobre corrente induzida em condutores devido à presença de fluxo magnético variável no tempo, pedindo-se que o candidato determinasse a força eletromotriz induzida e também o sentido da corrente induzida (Lei de Lenz).

Noções de Física Moderna - Como a Física Moderna ainda está em processo de inclusão no Ensino Médio, espera-se que as questões sejam simples e envolvam os conceitos mais básicos, como efeito fotoelétrico, o conceito de fóton, radioatividade (radiação alfa, beta e gama), relação massa-energia E=mc², energia de um fóton E=hf e partículas elementares.

A prova da segunda fase de química da Unicamp busca valorizar o candidato com bom potencial de interpretação e raciocínio, pensamento crítico e capacidade de aplicar seu conhecimento na resolução de novos problemas. Suas questões podem apresentar perguntas em formas pouco usuais e, por isso, os alunos não podem se condicionar a sempre resolver os problemas de um determinado tópico de uma única maneira, ou terão dificuldades quando se depararem com questões que fogem desse formato mais "tradicional". Apesar disso, após a interpretação cuidadosa do objetivo da questão, basta trabalhar adequadamente os dados importantes para solucionar o problema.

A interpretação de gráficos merece uma atenção especial, devido à sua grande incidência e por muitas vezes aparecerem com variáveis e/ou unidades não muito usuais. Em alguns casos pode se resolver a questão apenas com uma boa leitura da representação gráfica e/ou do enunciado.

As provas da Unicamp procuram sempre relacionar as questões com aspectos sociais, do cotidiano do aluno ou com tópicos de outras disciplinas. Dessa forma, o conhecimento em outras áreas, correlatas ou não, podem auxiliar na interpretação e resolução das questões.

Existem alguns assuntos que merecem atenção especial, por estarem presentes em quase todos os vestibulares da Unicamp na 2ª fase:

Equilíbrios Químicos: é importante saber interpretar as reações químicas,através de suas constantes de equilíbrio e principalmente os fatores que causam o deslocamento do equilíbrio químico, segundo o princípio de Le Chatelier. Além disso é importante o cálculo de constantes de equilíbrio e das concentrações das espécies, a partir das constantes de equilíbrio, incluindo sistemas heterogêneos e o cálculo do pH.

Gases: questões envolvendo a lei dos gases ideais (pV = nRT) estiveram bem presentes no últimos anos. Para o vestibular da Unicamp, é importante lembrar também da lei de Dalton: "A pressão total de uma mistura de gases é igual à soma das pressões parciais de cada componente" e, principalmente, as aplicações destas leis e das transformações gasosas em geral em diferentes processos.

Soluções: relações entre quantidade do soluto e solução também aparecem com uma frequência muito alta, como concentração comum (g/L), porcentagem em massa, molaridade (mol/L ou M) e fração molar. Em geral, não são questões muito difíceis e podem ser resolvidas utilizando apenas "regra de três". Mas é importante sempre ter muito cuidado com as unidades, principalmente com conversões como m3, L, mL, dm3, cm3. Cabe lembrar-se ainda dos conceitos de solubilidade e da leitura e interpretação de gráficos e/ou tabelas de solubilidade em função de temperatura.

Estequiometria: questões sobre este tema também apareceram nas 10 últimas provas da 2ª fase. Na maioria das vezes, é uma ferramenta para resolver questões a respeito de outros temas, como termoquímica, eletroquímica, gases e soluções. É importante sempre ter em mente as relações numéricas como massa molar, volume molar, reagente em excesso, impurezas.

Química Orgânica: costuma aparecer todos os anos e sempre é importante conhecer a nomenclatura dos compostos e das principais funções orgânicas. As reações orgânicas são pouco cobradas e em geral são bem simples, as mais recorrentes costumam ser as de combustão, oxidação, hidrólise, adição e a reação de transesterificação de triésteres para a formação do biodiesel. Nos últimos anos, as interações interrmoleculares entre substâncias orgânicas têm aparecido com certa frequência, além das propriedades de interação com moléculas polares e apolares dos tensoativos.

Química Inorgânica: as funções e reações inorgânicas são, na maioria das vezes, relacionadas a exercícios de equilíbrio iônico e ácidos e bases.

Eletroquímica e Termoquímica: mesmo quando as questões apresentadas no vestibular sobre esses temas apresentam um baixo nível de dificuldade, o índice de questões em branco é muito alto e a média da nota dos candidatos é baixa, o que indica que grande parte dos vestibulandos escolhe não fazer estas questões. O candidato não deve seguir esta tendência, pois muitas vezes deixa de lado pontos preciosos, em questões que na maioria das vezes é simples e aborda os conceitos fundamentais.

No caso da eletroquímica, conceitos simples como a identificação das semi reações de redução e oxidação e espontaneidade de uma reação de oxirredução (no caso da pilha: ) podem fazer a diferença e no caso da termoquímica, lembre-se principalmente dos gráficos de entalpia x caminho da reação e sobre como identificar se uma reação é endotérmica, ou exotérmica e da Lei de Hess.

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